Maria Fumaça e Epopeia Italiana: um olhar para o passado

Recentemente, fiz o delicioso passeio de Maria Fumaça, na Serra Gaúcha. Já tinha feito quando era menino, mas fazia tempo que queria voltar. Dessa vez, com o passeio de locomotiva somado à Epopeia Italiana, entendi melhor a cultura da região e compreendi o quanto a imigração italiana influenciou o que é hoje o Vale dos Vinhedos.

Quando fui embarcar no trem, olhei para o lado e vi esse senhor. Esse olhar me disse tanta coisa…

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Esse olhar me disse que seus ascendentes vieram da Itália, em um período de crise econômica. Me disse que, naquela era, o Brasil era uma terreno repleta de oportunidades. E me disse que, quando se instalaram por cá, escolheram o plantio de uva para a produção de vinho porquê atividade econômica.

Os italianos que vieram viver no Brasil trouxeram na bagagem muitas características culturais que foram incorporadas à Serra Gaúcha. A partir da cultura agrícola, a região ficou conhecida pela produção de vinho. E assim, dessa expertise trazida pelos imigrantes, emerge o enoturismo do Vale dos Vinhedos.

A Maria Fumaça

Uma das principais atrações turísticas da região, a Maria Fumaça também ajuda a relatar a história da economia lugar nas últimas décadas.

A rede ferroviária chegou à região no início do século XX, facilitando o escoamento da produção de vinho e demais produtos locais. A risca, que cruza as cidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e Bento Gonçalves, começou a ser construída em 1909, foi finalizada somente em 1919 e transportou passageiros até a metade dos anos 70.

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Suas atividades foram retomadas para fins turísticos em 1992, quando a Giordani Turismo passou a operar o passeio “Maria Fumaça – Um Retorno ao Passado”.

Muito, vamos agora ao passeio! 🙂

A locomotiva movida a vapor percorre um trecho de 23 quilômetros, e o trajeto dura murado de 1h30. O trem secção de Carlos Barbosa e chega em Bento Gonçalves. Se necessário, a operadora leva os turistas de Bento para lá.

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Logo que o trem começa a se movimentar, são iniciadas as animadas apresentações folclóricas italianas e gaúchas, que passam de vagão em vagão. Todo mundo se levanta, alguns arriscam passos de dança e todos batem palmas acompanhando os músicos. É muito risonho!

Lembra do meu colega lá de cima? Ele faz secção da apresentação de música italiana e me tirou pra dançar. Quanta história esse olhar carrega, hein?

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Entre uma apresentação e outra, o barulhinho gostoso de ouvir do trem andando nos trilhos.

Olhando pela janela, a paisagem é muito formosa, com muito virente, flores, e vistas de algumas ruas das cidades por onde passamos.

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No meio do passeio, uma paragem para degustação de suco de uva integral e espumante em Garibaldi. É o momento perfeito pra você saber os detalhes da locomotiva, se divertir com o show de música tradicional e tirar uma foto da frente da Maria Fumaça. É linda, né?

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O passeio continua por mais alguns minutos, e termina na cidade de Bento Gonçalves, onde a história daquele olhar, da imigração italiana e da cultura lugar segue sendo contada…

Epopeia Italiana

A segunda secção do passeio acontece na Epopeia Italiana, um espetáculo de 30 minutos de duração, que nos leva a uma viagem para o “paradiso chamado Brasile”.

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Durante o espetáculo, somos guiados por Lázaro e Rosa em nove cenários em tamanho real. Um show de luz e som, que termina com uma celebração próprio acompanhada por degustações de vinho, suco de uva e biscoito colonial.

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Não era permitido tirar fotos, logo não posso mostrar pra vocês em detalhes porquê foi. Mas quer saber? Eu acho é muito bom, sem spoilers! 😀

Procurando na internet, você até encontra imagens da Epopeia, mas fica muito mais emocionante quando você se surpreende com as histórias e a encenação de grandes momentos da imigração italiana.

Quanto custa?

Esses dois passeios juntos custam de R$ 114 a R$ 162, dependendo da temporada. Você pode reservar esses e outras excursões no site da Giordani Turismo.

São experiências fascinantes, que contam histórias do passado e que valorizam quem ajudou a erigir o que a região é hoje. Super super recomendo! 🙂

* Esse passeio foi feito durante a ENBRAV, a invitação da AJOBTUR. 

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Hospede-se entre os vinhedos na Pousada Don Giovanni – Sem Pressa de Voltar

Já pensou em se hospedar em uma vinícola?

Pesquisando lugares para permanecer na região dos Vinhedos, descobri que a vinícola Don Giovanni também tem sua própria pousada! Vem ver porquê ela é charmosa! 🙂

Don Giovanni

Localizada em uma região subida de Pinto Bandeira, pertinho dos Caminhos de Pedra, a vinícola Don Giovanni é um empreendimento familiar – já está em sua quarta geração.

Focados principalmente na produção de espumante (mas também de vinho), a Don Giovanni cultiva as uvas Chardonnay, Pinnot Noir, Merlot e Cabernet Franc em 17 hectares de vinhedos. Olha que bacana: a vinícola prima pela viticultura sustentável e agroecologicamente correta, portanto não utiliza fertilizantes químicos e produz seu próprio especiaria na propriedade.

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A pousada

São oito quartos na pousada, sendo sete deles localizado em um belo casarão de 1930, decorados com móveis antigos com características da colonização italiana. Os visitantes também podem se hospedar em uma palhoça que fica mais perto dos vinhedos.

Logo na ingressão da moradia, uma acolhedora sala de estar, com sofás, televisão e um piano. No sítio, está disponível aos hóspedes uma geladeira com vinhos e espumantes, que você pode consumir e inscrever o número do seu quarto, para ser cobrado no final da estadia.

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Nós ficamos hospedados em um dos quartos do casarão. Leito confortável, banheiro beeem grande e ar condicionado.

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E o melhor de tudo: uma bela vista para os vinhedos! Uma pena que estavam sequinhos… (precisamos voltar na era da vindima, que acontece de dezembro a março. Nessa era, as videiras ficam verdinhas e cheias de uva!)

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Moca da manhã

O moca da manhã da pousada está incluído na hospedagem. O buffet é simples, mas muito gostoso. Bolos e pães novinhos, frutas, geleias e frios.

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Tem até espumante no moca da manhã! Quer maneira melhor de encetar o dia? 🙂

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Ah, além dos espumantes do moca da manhã, os hóspedes da Don Giovanni ganham a degustação dos vinhos produzidos na vinícola porquê cortesia.

Não deixe de saber a propriedade, recrear no jogo de xadrez gigante do jardim e de participar de do tradicional jantar harmonizado servido aos sábados (o risoto de alcachofra é imperdível! Falei do jantar nesse post!). No verão, uma piscina está disponível aos hóspedes.

Esse é um lugar que eu recomendo pra todo mundo! O atendimento foi tão familiar e hospitaleiro, que nos sentimos em moradia. Já quero voltar! 🙂

Para informações sobre reservas e tarifas, entre em contato através do e-mail pousada@dongiovanni.com.br .

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Dez vinícolas imperdíveis na Serra Gaúcha – Sem Pressa de Voltar

De grandes vinícolas, com reconhecimento internacional, até vinícolas menores, onde o atendimento é feito pela própria família: a Serra Gaúcha proporciona uma viagem incrível pelo mundo dos vinhos.

Separei cá dez vinícolas que conheci nos últimos tempos e que são imperdíveis pra quem quer fazer um tour rememorável pelo Vale dos Vinhedos e cidades vizinhas, uma vez que Garibaldi e Pinto Bandeira.

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1 – Vivenda Valduga

A Vivenda Valduga é uma das mais tradicionais vinícolas do país. Em 1992, a Família Valduga iniciou a construção de seu Multíplice Enoturístico, que incluiu a geração de restaurantes e de pousadas, consolidando-se, assim, uma vez que pioneira na introdução do enoturismo no Vale dos Vinhedos. Atualmente, o multíplice recebe tapume de 150 milénio visitas por ano.

A empresa coleciona mais de 300 prêmios em concursos nacionais e internacionais, e exporta seus produtos para mais de 20 países. A Valduga está, inclusive, no livro “1000 lugares para saber antes de morrer”, editado pelo New York Times.

Recomento o tour Wine Experience, que possibilita a degustação de vinhos e espumantes em diferentes etapas do processo de elaboração. (Para ler mais sobre essa experiência, clique cá!)

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O Wine Experience acontece terças e quintas, mediante agendamento prévio no telefone (54) 2105.3154 ou pelo e-mail cursos@famigliavalduga.com.br. A experiência custa R$ 95 e tem duração de aproximadamente 3h. Cada participante ganha uma taça de cristal personalizada com marca da Vivenda Valduga.

A Vivenda Valduga também conta com a opção de visitante tradicional, que custa R$ 40. São degustados dois vinhos tintos, um vinho branco e dois espumantes, e o participante também ganha uma taça de cristal personalizada.

Endereço: Via Trento 2355 – Risca Leopoldina.

2 – Aurora

Com mais de 80 anos de existência, a Cooperativa Vinícola Aurora é formada por 1.100 famílias, sendo a maior do Brasil. A Aurora produz diversas bebidas famosas no mercado brasiliano, uma vez que os rótulos Marcus James, Saint Germain, Conde de Foucauld, Country Wine, e até o tradicional Keep-Cooler.

A visitação na Aurora é gratuita, e o tour inicia com um vídeo que conta a história da cooperativa desde seus primórdios até os dias de hoje. O passeio segue pelos corredores de barris de roble, tanques de inox e pipas de madeira e encerra na degustação.

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Mais informações sobre a visitação pelos telefones (54) 3455-2095 e (54) 3455-2051 ou pelo e-mail turismo@vinicolaaurora.com.br .

Endereço: Rua Olávo Bilac, 500 – Cidade Subida, Bento Gonçalves.

3 – Miolo

Com mais de 20 anos de história, a Miolo é a maior exportadora de vinhos do Brasil. A produção dentre as quatro vinícolas do grupo soma, em média, 10 milhões de litros por ano, em uma espaço cultivada de vinhedos próprios de aproximadamente 1.000 hectares.

Além de saber a história da vinícola, no tour é apresentado o Vinhedo Protótipo (lugar que fica em frente à sede da vinícola e onde estão plantadas videiras com diversas qualidades de uva), tanques de elaboração, barricas, caves de espumantes e de envelhecimento.

Ao final, você tem a oportunidade de degustar diversos rótulos da marca.
A visitação tem duração média de 1h e você é escoltado de um enólogo ou sommelier da Miolo.

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As visitas à Miolo acontecem todos os dias e custam R$ 35 – o que inclui o tour na vinícola e aos vinhedos, e degustação.

Você pode agendar seu tour nesse link, ou pelo e-mail visitante@miolo.com.br .

Endereço: RS 444 – Km 21 – Vale dos Vinhedos.

4 – Garibaldi

A Cooperativa Garibaldi tem 88 anos de existência e 400 famílias associadas. A vinícola está situada muito no núcleo do município de Garibaldi, e tem uma capacidade de processamento que ultrapassa 20 milhões de quilos. O seu espumante Moscatel já foi considerado um dos 100 melhores vinhos do mundo.

No tour Garibaldi Experience, o visitante conhece a história da cooperativa, e a história da chegada dos primeiros imigrantes italianos na região. No passeio, o guia explica uma vez que era o processo de elaboração do vinho em seus primórdios e uma vez que é feito nos dias atuais.

A visitação é gratuita e dura tapume de 45 minutos.

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Por lá existe, ainda, a experiência Taça e Trufa, no qual os turistas têm a oportunidade de degustarem vinhos e espumantes acompanhados de trufas artesanais (R$ 35 por pessoa). E, ainda, outros três tipos de degustações, que custam de congraçamento com os rótulos (de R$ 40 a R$ 90).

Mais informações pelo telefone (54) 3464-8104 ou pelo e-mail turismo@vinicolagaribaldi.coop.br .

Endereço: Av. Independência, 845 – Meio, Garibaldi.

5 – Peterlongo

Localizada em Garibaldi, a vinícola Peterlongo foi pioneira no Brasil na produção de espumantes, e é a única empresa que pode usar a nomenclatura “champagne” em seus produtos. Ela é responsável pela produção do primeiro espumante do Brasil, em 1913, dois anos antes de sua instauração.

Em dezembro do último ano, a Peterlongo inaugurou seu mais novo multíplice enoturístico: o Tour Armando Peterlongo, que conta a história da empresa e leva o visitante a saber todo o processo de elaboração do vinho entre seus tanques de vinificação e cave subterrânea.

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Ou por outra, a Peterlongo organiza o sensacional Wine Movie – exibição de filmes ao ar livre, em meio aos vinhedos. Para seguir a programação de eventos, acesse a página do Facebook da Peterlongo.  (Para ler mais sobre a Peterlongo, clique cá!)

O tour + degustação de quatro rótulos custa R$ 20 por pessoa e cada visitante ganha uma taça personalizada. É recomendável fazer agendamento pelo telefone (54) 3462-1355 ou pelo e-mail eventos@peterlongo.com.br .

Endereço: R. Manoel Peterlongo Rebento, 216 – Champanhe, Garibaldi.

6 – Cantina Strapazzon

A Cantina Strapazzon está localizada em uma mansão erguida por volta de 1880, pelo imigrante Giovanni Strapazzon. A construção possui as características das casas de pedra da primeira geração de imigrantes. Em 1995, o lugar foi cenário de algumas cenas do filme “O Quatrilho”.

Lá, além de se encantar com a mansão e os parreirais ao seu entorno, os visitantes aprendem sobre o processo de elaboração do vinho e degustam os vinhos produzidos no lugar.

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A visitante à Strapazzon custa R$ 10 para adultos e R$ 5 para crianças, e inclui degustações de vinho, licor, suco de uva, despensa, queijo e salame.

Mais informações pelos telefones (54) 3455-6312/3455-6321 ou no e-mail strapazzon@caminhosdepedra.org.br .

Endereço: Risca Palmeiro, s/n – Província de São Pedro, Bento Gonçalves .

7 – Don Giovanni

Localizada em Pinto Bandeira, a vinícola Don Giovanni cultiva as uvas Chardonnay, Pinnot Noir, Merlot e Cabernet Franc em 17 hectares de vinhedos. O atendimento que recebemos lá foi muito hospitaleiro.

Olha que bacana: a vinícola prima pela viticultura sustentável e agroecologicamente correta, logo não utiliza fertilizantes químicos e produz seu próprio condimento na propriedade.

Ah, você também pode se hospedar no idoso casarão da família. Por lá também rola um jantar sensacional servido aos sábados. Pra saber mais, clique cá.

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A visitante à vinícola, seguida de degustação de vinhos e espumantes custa R$ 25 por pessoa – valor que pode ser convertido na compra de produtos na loja. Você pode agendar sua visitante nesse link ou pelo telefone (54) 99691-7392.

Endereço: Risca Amadeu, KM 12, Pinto Bandeira.

8 – Cave Geisse

Também localizada em Pinto Bandeira, a Cave Geisse é produtora de premiados espumantes, considerados uma vez que os melhores da América do Sul por muitos enólogos.

Na visitante interna, um guia nos explica todo o processo de fabricação de espumantes pelo método tradicional, em um tour de aproximadamente 40 minutos. Ao final da visitação, é feita a degustação, que custa R$ 80. 50% do valor da degustação é revertido em compras na lojinha da mansão.

Ah, se quiser fazer só a visitação, sem degustação, o preço sai R$ 20 por pessoa.

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Existe, ainda, um outro tipo de visitação no lugar: a Geisse Experience, que te leva a saber os vinhedos e seus periferia a bordo de um 4×4. Esse passeio custa a partir de R$ 250, para duas pessoas, e o valor não é revertido em compras. Mais informações sobre a visitação e a vinícola você encontra no site da Geisse.

Endereço: Risca Jansen, s/n – Zona Rústico, Pinto Bandeira.

9 – Milantino

Fundada em 1989, a Milantino Vinhos e Espumantes tem a filosofia  de elaborar vinhos de subida qualidade e produção limitada.

Quando estive lá, foi o proprietário e enólogo da vinícola, Luiz Milani, quem conduziu o tour pelas videiras, tanques de vinificação, caves e degustação.

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Os valores das degustações são de R$ 25 (5 vinhos), R$ 50 (9 rótulos) e R$ 70 (12 rótulos). A degustação de 2 vinhos é gratuita. (Para mim, são os melhores vinhos da região.)

As visitações na Milantino devem ser agendadas com antecedência nesse link, ou pelo telefone (54) 2105-2555.

Endereço: Risca Garibaldina, S/n – Vale dos Vinhedos.

10 – Lídio Carraro

Na vinícola-boutique Lídio Carraro, os visitantes são recebidos na mansão da família, e é lá que são feitas as degustações.

No lugar, tivemos uma verdadeira lição sobre viticultura com a matriarca da mansão, Isabel Carraro. Com muito conhecimento e paixão pelos produtos, Isabel nos apresentou os seus harmônicos e equilibrados vinhos puristas.

Na Lídio Carraro, todo o processo de elaboração é orientado com o mínimo de interferência e o supremo saudação à frase oriundo das uvas e do terroir de origem.

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A vinícola recebe visitantes para degustações todos os dias das 9h às 17h30, inclusive aos finais de semana e feriados. Para a degustação de cinco rótulos, o valor é de R$ 25 por pessoa. Supra de 8 pessoas é sugerido agendamento prévio, pelo telefone: (54) 2105.2596, ou pelo e-mail: atendimento@lidiocarraro.com.

Endereço: RS-444, KM 21 – Vale dos Vinhedos

Você conhece alguma vinícola incrível na Serra Gaúcha que tenha faltado nessa lista? Comenta cá em ordinário! 😉

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Degustação às cegas na vinícola Dal Pizzol – Sem Pressa de Voltar

A vinícola Dal Pizzol foi a primeira paragem do nosso tour de motorhome pela Serra Gaúcha com a Vinhos Por Aí. (Se ainda não sabe do que eu estou falando, clica cá!). Além de passear pelo encantador parque da vinícola, participamos de uma divertida degustação às cegas.

Vem ver porquê foi! 🙂

A vinícola Dal Pizzol

Há 13 gerações, ainda na Itália, a família Dal Pizzol já elaborava vinhos. Em 1878 a tradição familiar migrou para o Brasil e trouxe essa sabedoria e experiência para seguir com a produção por cá.

A vinícola Dal Pizzol está localizada na estrada da Rota Cantinas Históricas, em Faria Lemos, interno de Bento Gonçalves.Vinhos por aí Dal Pizzol

Vinícola Dal Pizzol

Dal Pizzol – Degustação às cegas

Por lá tivemos uma experiencia incrível: exploramos o tato, a audição e o paladar em uma degustação às cegas.Vinhos por aí Dal Pizzol degustação às cegas

Dal Pizzol | Degustação às cegas

Além de degustar 3 rótulos da Dal Pizzol, também fomos desafiados a desenredar pelo olfato todos os elementos presentes nessas taças (aquém) – aromas que muitas vezes estão presentes nos vinhos, porquê frutas, pão, especiarias e moca. Muito recreativo!Vinhos por aí Dal Pizzol degustaçao

Dal Pizzol | Degustação às cegas

Dal Pizzol – Parque ecológico

E depois da degustação passeamos pela propriedade, que tem um lago e alguns animais que passeiam soltos. Um lugar belíssimo!Vinhos por aí Dal Pizzol ecoparque

Dal Pizzol | Parque

Dal Pizzol Pavão
Dal Pizzol ovelhas

No parque estão catalogadas mais de 300 espécies de vegetais. Inferior, um réplica de roble – árvore utilizada para a produção de barricas onde os vinhos são elaborados.Vinhos por aí Dal Pizzol carvalho

Dal Pizzol | Roble

Dal Pizzol – EcoMuseu da Cultura e do Vinho

Junto ao parque também encontra-se o EcoMuseu da Cultura e do Vinho, onde diversos equipamentos históricos e relíquias ficam expostos.Vinhos por aí Dal Pizzol museu 2

Dal Pizzol | EcoMuseu da Cultura e do VinhoVinhos por aí Dal Pizzol Museu

Dal Pizzol | EcoMuseu da Cultura e do Vinho

E também a Enoteca, localizada em um idoso forno de olaria, conservado e restaurado.Dal Pizzol enoteca

Dal Pizzol | Enoteca

O espaço guarda os vinhos produzidos pela empresa desde a sua instauração, em 1974.Dal Pizzol enoteca interna

Dal Pizzol | Enoteca

Dal Pizzol – Vinhedo do Mundo

No Vinhedo do Mundo estão plantadas mais de 400 espécies de uvas, oriundas de ceca de 30 países.Flores e vinhedos Dal Pizzol

Vinícola Dal Pizzol | Vinhedo do Mundo

Me encantei com a vinícola Dal Pizzol, e já quero voltar lá para saber o restaurante e passar a tarde “lagarteando” nesse parque lindo! 🙂

Se quiser saber quais foram as outras atrações que visitamos no passeio com a Vinhos por Aí, clique cá.

Serviço:

Vinícola Dal Pizzol
Ingresso parque, EcoMuseu e degustação “regular”: R$ 10 por pessoa
Crianças até 6 anos são isentas, e de 7 a 11 anos pagam a metade do valor.
Caso os visitantes optem por almoçar no restaurante, o ingresso é isentado.
Degustação às cegas: R$ 75 por pessoa
Endereço: RS-431, KM 5 – Região de Faria Lemos, Bento Gonçalves
Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h30.

* A visitante na Vinícola Dal Pizzol foi feita a invitação da Vinhos Por Aí. Para saber mais, clique cá.

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a experiência do vinho encanado em Bento Gonçalves – Sem Pressa de Voltar

Na última sexta-feira (05/07) fui à Bento Gonçalves saber o primeiro bar com vinho encanado do Brasil, o Bamboo Piped Wine Bar – espaço dentro do Bangalô Estação Club.

Fachada

Vinho encanado

O vinho encanado foi a atração que tornou a Fenavinho conhecida Brasil afora desde sua primeira edição, em 1967. A instalação, realizada nas ruas da cidade, transporta o vinho por uma tubulação e serve a bebida em torneiras.

A retomada da feira em 2019 foi a inspiração do empresário Leandro Santarossa, que teve a teoria de trazer a experiência icônica para o Bangalô. O espaço Bamboo já existia, mas foi reinaugurado porquê “Piped Wine Bar” para oferecer aos visitantes o vinho encanado o ano inteiro.

Bamboo Piped Wine Bar

Cinco pontos duplos com torneiras para vinho tinto e vinho branco foram instaladas no espaço, entre colunas próximas às mesas. Ao remunerar o ingresso (que custa R$ 80), o público tem chegada livre ao vinho, podendo se servir diretamente das torneiras quantas vezes quiser.

Vinho encanado

Estão disponíveis os vinhos Merlot e Riesling da Cooperativa Vinícola Aurora.

Com 88 anos de existência, a Aurora é formada por 1.100 famílias, sendo a maior e mais premiada cooperativa vinícola do Brasil. (Eu fiz o tour na vinícola, que é gratuito. Se quiser saber mais clica cá).

Servindo vinho
Taça e mesa

Para harmonizar, um buffet de pizas, queijos (minha secção favorita!), embutidos e petiscos fica à disposição durante a noite (tudo incluso no valor do ingresso).

Buffet

Eu adorei essa novidade atração de Bento, uma cidade que paladar muito e que sempre quero voltar.

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Um brinde ao vinho que nunca acaba! ❤️

Serviço:

O serviço “all inclusive” de vinho e petiscos acontece às sextas e aos sábados, a partir das 20h.

O dispêndio é de R$ 80 por pessoa.

Endereço: Rua Henry Hugo Dreher, nº 92 – bairro Planalto – Bento Gonçalves-RS

* A visitante ao Bamboo Piped Wine Bar foi feita a invitação da dependência ConceitoCom.

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a degustação harmonizada da Vinícola Lovara – Sem Pressa de Voltar

Em minha última visitante à Bento Gonçalves eu quis fazer um roteiro pela região dos Caminhos de Pedra. Uma das principais vinícolas dessa localidade é a recém-modernizada Lovara.

Entre outras experiências, a Lovara oferece uma degustação de bruschettas harmonizada com vinhos e espumantes da morada. Inferior, história pra vocês porquê foi participar dessa deliciosa atividade!

A Vinícola Lovara

A Lovara é uma vinícola familiar e também uma vinícola de amigos. Ela foi criada pelos imigrantes italianos Giuseppe Benedetti e Angelo Tecchio, que eram vizinhos de terras em Bento Gonçalves, em 1878.

Juntos, iniciaram a produção de uvas para consumo interno em suas propriedades. Com o aumento da produção, fundaram juntos a Vinícola Lovara, no ano de 1967. Em 1991, com a tradição da vitivinicultura herdada de seus pais, Henrique Benedetti e Arcângelo Gabriel Tecchio passaram a elaborar somente vinhos finos.Vinícola Lovara

Vinícola Lovara

A Lovara está ensejo para visitação desde 2009, e conta com diversas atividades enogastronômicas, porquê o Fondue Harmonizado, o Canerdeli da Nona, o Brinde das Estrelas (durante o período da Vindima) e a degustação harmonizada com bruschettas, que foi o que fizemos.

Vinícola Lovara – a degustação harmonizada com bruschettas

A degustação harmonizada é composta por cinco bruschettas com diversas coberturas, harmonizadas com vinhos e espumantes da morada. Essa é uma das experiências mais bacanas da região dos vinhedos, pois demonstra porquê cada manjar pode valorizar ou até mesmo macular os sabores das bebidas. 

A atividade acontece em um macróbio casarão de pedra, sítio onde a família de fundadores da vinícola morou durante a dezena de 1880.

Quem prepara as bruschettas (é tudo feito na hora) e conduz toda a harmonização é a enóloga Roberta Benedetti, que faz secção da terceira geração da família de fundadores. Uma querida com ótima didática!Lovara bruschetta Roberta

Vinícola Lovara | Roberta Benedetti

A experiência começa com a harmonização do espumante Lovara Rosé Brut com uma bruschetta de geleia de morango (todas as bruschettas são feitas com pão colonial e base de pasta de alho). Depois de experimentá-la, o espumante muda e fica levemente mais ácido. Começamos muito muito!

Lovara degustação rosé
Lovara bruschetta frutas vermelhas

Em seguida veio a bruschetta de mostarda e mel, acompanhada do Lovara Chardonnay. Posteriormente uma mordida no pãozinho, a bebida fica mais amendoada, com mais levedura. Muito bacana de sentir essa diferença!

Lovara degustação branco
Lovara degustação mostarda

Leia mais: Conheça o Parque da Ovelha, nos Caminhos de Pedra

O espumante Lovara Brut chegou para harmonizar com a bruschetta de queijo colonial e tomate sedento (uma delícia!). Incrível porquê a bebida “amacia” a gordura do queijo!Lovara bruschetta tomate seco

Vinícola Lovara | Lovara Brut e bruschetta de queijo e tomate sedento

O Lovara Merlot recebeu duas harmonizações: com molho de tomate e com mostarda. A proposta era perceber a diferença da bebida conforme o séquito. Esse foi um dos momentos mais bacanas!

Lovara degustação tomate
Lovara burschetta mostarda amarela

E, por termo, a bruschetta de gorgonzola e mel chegou pra provar o quanto a harmonização pode gabar uma bebida. Eu, que não curtia espumante moscatel, achei o séquito simplesmente perfeito!

Ah, o Lovara Moscatel não é tãaaaao gulodice a ponto de ser enjoativo, até trouxe um pra morada! 🙂Lovara bruschetta gorgonzola

Vinícola Lovara | Lovara Moscatel e bruschetta de gorgonzola

Essa foi a minha bruschetta e harmonização favoritas! 😋Lovara gorgonzola

Vinícola Lovara | Degustação harmonizada

Posteriormente o fecho da atividade, fomos convidados a saber os tanques de elaboração dos produtos da vinícola.Lovara tanques vinho

Vinícola Lovara | Tanques de vinificação

E o tour terminou na loja da Lovara, onde pudemos comprar alguns dos vinhos e espumantes que degustamos anteriormente. Eu comprei vários! 🙂Lovara loja

Vinícola Lovara | Loja

Essa foi uma das experiências mais interessantes que já participei na região dos vinhedos. Os sabores fortes deixavam muito marcadas as diferenças de cada bebida antes e depois de testar as bruschettas, logo foi muito interessante perceber as nuances que cada manjar coloca nos vinhos e espumantes.

A degustação harmonizada acontece em todos os meses do ano, sob agendamento. Recomendo! 🙂

Serviço:

Degustação harmonizada da Vinícola Lovara
Valor: R$ 35 por pessoa
Funcionamento: de segunda à sábado, das 9h às 15h30
Endereço: Rua José Benedetti, nº 222 – Salso, Bento Gonçalves
Agendamento pelos telefones (54) 996271699 ou (54) 21029005

Se quiser ler os outros posts de Bento Gonçalves, clica cá.

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a celebração da vindima na vinícola Luiz Argenta – Sem Pressa de Voltar

É quadra de vindima na Serra Gaúcha! Tempo de comemorar os parreirais carregados de uva prontas para serem colhidas, início da elaboração das novas safras de vinhos.

Ver as videiras cheias de cachos maduros é o melhor presente que os vitivinicultores poderiam receber depois de um ano inteiro dedicados à safra.

É realmente um espetáculo, né? 😍Vinicola Luiz Argenta cacho uva

É tempo de vindima na Serra Gaúcha!

Aos poucos a celebração da vindima vem crescendo e se tornando um importante palco de valorização da cultura e tradição dos imigrantes italianos.

Cada vez mais as vinícolas da região têm apostado em programações especiais pra esse período do ano (que vai de dezembro a março), e eu tava ansiosa pra participar de um desses.

Logo, no último sábado, finalmente vivi a vindima! 💕 Em Flores da Cunha tive o prazer de participar do Colheita Experience, um dia devotado à cultura do vinho na Luiz Argenta – uma das vinícolas mais bonitas da região.

Vinícola Luiz Argenta

Uma vinícola familiar, um projeto que carrega o nome, a personalidade e a paixão pelo vinho da família Argenta. Criada pelos irmãos Deucir e Neco, a Luiz Argenta é referência em vinhos e espumantes de qualidade e, sobretudo, elegantes.Vinicola Luiz Argenta

Vinícola Luiz Argenta

A vinícola está localizada no meio de Flores da Cunha, e possui a certificação de Indicação Geográfica Altos Montes – as áreas de uso vitícola mais altas da Serra Gaúcha, com montes que chegam a 885 metros de fundura.

A propriedade é belíssima! Dá uma olhada no lago que tem no meio dos parreirais! (Ele é sintético, e foi construído principalmente pra deixar o cenário mais bonito.)Vinicola Luiz Argenta sacada

Vinícola Luiz Argenta | A propriedade

O projeto de geração da vinícola surgiu em 1999, quando os proprietários compraram a extensão de 140 hectares da antiga Granja União. Foi nesse espaço que foram plantadas as uvas viníferas que deram origem aos primeiros vinhos finos do Brasil, em 1929.

Entre 1999 e 2008, eles se dedicaram unicamente à recuperação dos parreirais, um período de experimentação e aperfeiçoamento das videiras.Vinicola Luiz Argenta rosas e uvas

Vinícola Luiz Argenta | Parreiras e rosas

Atualmente são cultivadas 17 variedades de uvas em 50 hectares. Elas são divididas em 39 quadras, nomeadas com nomes de artistas brasileiros (sistema que auxilia na localização das castas).

Todos os vinhos da Luiz Argenta são elaborados com uvas de seus próprios vinhedos. A vinícola produz de 180 a 220 milénio garrafas por ano, e com esse número ainda é considerada boutique.

Vinícola Luiz Argenta – A loja

Quem conhece a Vinícola Luiz Argenta com certeza associa seu nome às suas belas garrafas. O design italiano (elas são trazidas de Milão) definitivamente agrega valor aos produtos.

Logo na ingressão da vinícola temos aproximação à loja. A vontade é de levar todos! Eu não consigo resolver qual é o resultado mais bonito!Vinicola Luiz Argenta loja

Vinícola Luiz Argenta | Loja

A lojinha também conta com geleias, azeites, chapéus personalizados e outros produtos envolvendo o vinho.Vinicola Luiz Argenta loja 2

Vinícola Luiz Argenta | Loja

Vinícola Luiz Argenta – Colheita Experience

É da loja que partimos para iniciar a Colheita Experience. Lá recebemos um chapéu personalizado, um avental, um alicate e uma garrafinha de chuva.Vinicola Luiz Argenta chapeu

Vinícola Luiz Argenta | Uniforme para a experiência

Logo entramos todos em um caminhão que nos leva até os vinhedos. Ele foi feito principalmente pra vinícola, achei lindão.

Ah, no caminho já fomos conhecendo um pouco mais da história da vinícola, ao som de muitas músicas italianas. 🙂Vinicola Luiz Argenta caminhão

Vinícola Luiz Argenta | Transporte para os vinhedos

Lembra que eu comentei antes que cada quadra da propriedade era nomeada com o nome de um artista?

A extensão da nossa colheita foi a Jorge Querido. ❤️Luiz Argenta Jorge Amado

Vinícola Luiz Argenta | Vinhedos de Jorge Querido

O Douglas, que nos guiou nessa primeira segmento do tour, explicou brevemente uma vez que deveríamos fazer pra colher os frutos sem danificá-los.Vinicola Luiz Argenta explicação

Vinícola Luiz Argenta | Lição de colheita

E mãos à obra! A turma inteira se empenhou na colheita! 🙂Vinicola Luiz Argenta colheita

Vinícola Luiz Argenta | Colheita

Será que colhi mais uvas ou tirei mais fotos? kkkVinicola Luiz Argenta uvas caixa

Vinícola Luiz Argenta | Colheita da blogueirinha

Não sei se fui tão produtiva, mas a colheita foi um sucesso e eu me diverti muuuito!

Resultado: sete caixas lotadinhas de uvas que não serão pisoteadas, mas sim encaminhadas para um processo rigoroso de seleção. As que passarem, serão encaminhadas para a elaboração de vinhos.Vinicola Luiz Argenta uvas caixas cheias

Vinícola Luiz Argenta | Colheita farta

Vinícola Luiz Argenta – Merendim

Depois da nossa “lida” no campo, um sota e um jubilidade merecido: fomos recepcionados com um Merendim, típico lanche italiano constituído de pães, cuca, focaccia, queijos, salame e despensa.

Essa segmento não estava no roteiro da programação, portanto todos ficamos muito felizes com a surpresa.Vinicola Luiz Argenta merendim

Vinícola Luiz Argenta | Merendim

Ah, e ali já começamos a “penetrar os trabalhos”: pra escoltar as delícias, um brinde com o espumante L.A. Brut.Vinicola Luiz Argenta espumante

Vinícola Luiz Argenta | Espumante L.A. Brut

Vinícola Luiz Argenta – Tour e degustação às cegas

Depois do nosso lanchinho, seguimos para o um tour pela vinícola, guiados pela enóloga Jéssica.

O sistema de vinificação da Luiz Argenta é feito por sisudez – as uvas não passam por nenhuma agressão mecânica no processo e se rompem unicamente com a da sisudez. A levedação é feita em tanques de aço inox, com cintas térmicas que garantem o controle de temperatura.Vinicola Luiz Argenta tanques

Vinícola Luiz Argenta | Tanques de vinificação

Em seguida seguimos para lugar muito próprio.

O maduração dos vinhos é realizado em barricas de roble gálico, armazenados em uma cave belíssima – a mais formosa que já vi na vida.

No sítio foram construídas circunferências no teto, para que a acústica chegue em todos os cantos da cave.

Essa preocupação existe porque um dos fatores que faz o vinho da Luiz Argenta ser próprio é o envolvente em que ele é maturado, ao som de bossa-nova.Luiz Argenta barricas carvalho

Vinícola Luiz Argenta | Cave

A Luiz Argenta também está testando a vinificação em Ovos de Terracota, método de ancião que produz um vinho laranja. A primeira safra deve transpor em 2020.

Ah, tá vendo aquela rocha ao fundo dos Ovos? Essa é uma rocha gigante de basalto, encontrada no momento em que estavam construindo a vinícola. O mineral, que inicialmente foi um problema e foi até dinamitado pra ser eliminado (sem sucesso), agora auxilia na manutenção da temperatura baixa do sítio.Luiz Argenta ovos terracota

Vinícola Luiz Argenta | Ovos de Terracota

E é nessa linda cave que acontece a próxima lanço da experiência: a degustação às cegas.Luiz Argenta mesa degustação

Vinícola Luiz Argenta | Degustação às cegas

Recebemos um lenço (confeccionado pela marca Morena Rosa) e degustamos quatro rótulos. Porquê segmento da folgança é tentar supor cada bebida, não vou recontar cá quais foram.

Eu acho o supremo esse tipo de experiência, é uma relação sensorial muito dissemelhante. É uma maneira de aguçar o olfato e o paladar e sentir melhor as peculiaridades das bebidas.Vinicola Luiz Argenta degustação cegas

Vinícola Luiz Argenta | Degustação às cegas

Ah, uma das taças da degustação (personalizada com a marca) fica de recordação, assim uma vez que o lenço e o chapéu que ganhamos para a colheita.

Vinícola Luiz Argenta – Restaurante Clô

A última lanço da Colheita Experience é o almoço harmonizado no Clô, restaurante localizado no marchar superior da vinícola.

A repasto foi tão próprio que merece um post à segmento. Clica cá pra ver uma vez que foi e, de quebra, saber também o Clô Wine Bar. 😉Luiz Argenta restaurante clo magret pato

Vinícola Luiz Argenta | Restaurante Clô

Enfim, foi um dia incrível! Uma experiência que vai permanecer pra sempre na minha memória. ❤️

A vindima definitivamente entrou no meu calendário solene!

Serviço:

Colheita Experience – Vinícola Luiz Argenta
A programação acontece todos os sábados de fevereiro, das 10h às 16h30
Valor: R$ 390 por pessoa (com desconto para duas pessoas)
Endereço: Avenida 25 de Julho, nº700 – Meio, Flores da Cunha

* A participação da Colheita Experience foi feita à invitação da vinícola Luiz Argenta

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Categoria: vinho e viagens

Um fim de semana no Vale dos Vinhedos (e região) – Sem Pressa de Voltar

Que tal passar um delicioso fim de semana enogastronômico no Vale dos Vinhedos? Nesse post dou dicas de hospedagem, restaurantes e passeios na região de Pinto Bandeira, Bento Gonçalves e Garibaldi – um roteirinho perfeito pra fazer de sexta a domingo. Vem ver! 🙂

vinicola destaques

Sexta

Saímos de Porto Jubiloso, às 17h30, rumo à Pinto Bandeira. Em muro de 2h chegamos na nossa primeira paragem.

A hospedagem – Vinícola Don Giovanni 

Já pensou em se hospedar em uma vinícola?

Buscando lugares para permanecer na região, descobri que a Don Giovanni também é uma pousada. São oito quartos super aconchegantes, decorados com móveis antigos, em um belo casarão de 1930.

Logo na ingresso da vivenda, uma acolhedora sala de estar, com sofás, televisão e um piano. No lugar, está disponível aos hóspedes uma geladeira com vinhos e espumantes, que você pode consumir e registrar o número do seu quarto, para ser cobrado no final da estadia.

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Esse foi o quarto que ficamos. Leito confortável, banheiro muito grande e ar condicionado.

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O melhor de tudo: uma bela vista para os vinhedos! (Uma pena que estavam sequinhos… precisamos voltar na era da colheita – que é no verão!)

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Ah, hospedando-se por lá, você ganha a degustação dos vinhos produzidos na vinícola. Para informações sobre reservas e tarifas, entre em contato com eles através do e-mail pousada@dongiovanni.com.br . (Os preços são bons!)

Pra reles vou falar mais da Don Giovanni, acompanhe! (Esse post está em ordem cronológica, vou ir e voltar nos lugares, só pra deixar meus leitores malucos! kkk )

Jantar de sexta: A Caldeira

A muro de 20 minutos de coche da pousada (já em Bento Gonçalves), fica localizado o restaurante A Caldeira.

A dica que eu tenho pra você é: estando na região, vá no A Caldeira. E estando no A Caldeira, peça o carro-chefe da vivenda, é IMPERDÍVEL! É a polenta com ossobuco, que serve duas pessoas (R$ 85). Até hoje sonho com esse prato!

A sobremesa também é uma delícia. Pedimos um sorvete de uva com peras ao moscatel, que estava delicioso. Pra seguir, evidente que um vinho produzido na região.

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O envolvente é muito moderninho (estilo wine bar) e o atendimento é muito bom, você é super muito recebido pelo proprietário, Rafael Caldeira.

O restaurante fica localizado na Travessa Antônio Ducati, 138 – Cidade Subida, Bento Gonçalves.

Sábado

Começando o dia com o moca da manhã da Don Giovanni. Bolos e pães novinhos, frutas, geleias e frios. Ah, e porquê diz a mensagem da vivenda, “zero melhor que encetar o dia com espumante!”.

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Cave Geisse

Depois de devidamente alimentados, seguimos para saber a vinícola Cave Geisse. Ela fica localizada ali mesmo em Pinto Bandeira, pertinho da pousada.

A Geisse é produtora de premiados espumantes, considerados porquê os melhores da América do Sul por muitos enólogos.

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Fizemos a visitante interna, onde um guia nos explicou todo o processo de fabricação de espumantes pelo método tradicional, em um tour de aproximadamente 40 minutos.

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Ao final da visitação, é feita a degustação, que custa R$ 80 por pessoa.

50% do valor das degustações pode ser revertido em compras na lojinha da vivenda, Nós saímos cheios de sacolinhas! Eu já era apaixonada pelos espumantes Geisse, e fiquei ainda mais.

Ah, se quiser fazer só a visitação, sem degustação, o preço sai R$ 20 por pessoa.

Existe, ainda, um outro tipo de visitação no lugar: a Geisse Experience, que te leva a saber os vinhedos e seus periferia a bordo de um 4×4. Esse passeio custa a partir de R$ 250, para duas pessoas, e o valor não é revertido em compras. Mais informações sobre a visitação e a vinícola você encontra no site da Geisse.

Champenoise Bistrô

Depois do passeio na Geisse, já era hora de consumir de novo, e logo ali do ladinho fica o Champenoise Bistrô. O restaurante funciona exclusivamente aos sábados e domingos, e funciona no estilo “slow food” (almoçar por lá dura, no mínimo, 2h).

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Ah, todos os produtos servidos no restaurante são livres de agrotóxicos (inclusive a epístola de vinhos conta com produtos orgânicos). O almoço funciona no estilo menu degustação, e depende da quantidade de pratos que o cliente escolher. O menu com cinco pratos custa R$ 100 e o menu de sete pratos custa R$ 120. Os pratos variam conforme a estação.

Pedimos o segundo (porque né, a esta profundidade do campeonato você já sabe que somos muito comilões), e foi espetacular. As fotos dos pratos seguem aquém:

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Vejam essa faceta de feliz depois de consumir muuuito muito! 🙂

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Open Lounge Geisse

Muito, depois do almoço, voltamos à Geisse. Dessa vez, pra aproveitar o solzinho da tarde no simpático recinto da propriedade. Nos finais de semana, o jardim da vinícola se transforma em um lounge com comidinhas, bebidas e música. Um ótimo lugar para passar a tarde!

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Além de algumas mesinhas, são espalhadas almofadas e cobertores para as pessoas se aconchegarem pelo recinto.

Esse é meu marido, em um misto de “passando mal de tanto consumir” com “já pensando no jantar”. kkk

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E, já que estamos na Geisse, mais um espumante!

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O Open Lounge funciona nos finais de semana e feriados, das 11h até as 17h. Não abre em caso de chuva.

Jantar: de volta à Don Giovanni

Aos sábados, a Don Giovanni serve um jantar já tradicional na região, e muito muito gostoso. O restaurante fica localizado na segmento de reles do casarão, e tem uma decoração rústica, com muitos objetos antigos e fotos da família.

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O jantar começa com uma salada de folhas, temperadas com aceto balsâmico e óleo de oliva. Logo depois, a fabulosa geração da Dona Bita, mãe dos proprietários da vinícola: o melhor risoto de alcachofra da vida. Sério, ponto do arroz perfeito, sabor incrível. Ah, as alcachofras são plantadas na propriedade.

Logo depois, o segundo prato: frango assado na cerveja com uvas passa e cebolas, escoltado de batatinhas. Sabe aquelas batatinhas que você não consegue parar de consumir? O garçom entende o drama e passa oferecendo mais pra todo mundo!

A sobremesa é um sorvete artesanal com figo em calda. Delicinha também!

Todos os pratos são harmonizados com vinhos da vivenda. Fotos da comilança toda aí em reles:

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O jantar na Don Giovanni custa R$ 150 por pessoa. É necessário reservar pelo número (54) 99691-7392 (pode ser pelo whatsapp mesmo).

Domingo

Depois daquele moca da manhã gostosinho, começamos o dia passeando pela Don Giovanni e fazendo a degustação da vivenda (porquê já contei, pra gente ela era cortesia). Tenho fotos pra mostrar? Noooo! Simplesmente esqueci de tirar. 🙁

Se você não está hospedado lá, a degustação de seis rótulos custa R$ 20 por pessoa.

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Mas enfim, a degustação é muito lícito, e é feita na lojinha da vinícola. Já saímos com mais algumas sacolinhas de vinhos pra trazer para Porto Jubiloso!

Valle Rústico 

Já falei pra vocês que sou apaixonada por almoço de domingo, né? Esse foi peculiar! Finalmente conheci o incrível restaurante do chef Rodrigo Bellora. O Valle Rustico foi criado em 2008 com uma missão que impera até hoje: oferecer convívio com a natureza, produzir mantimentos saudáveis, e surpreender os clientes pratos simples e gostosos. É a filosofia “do campo à mesa”: muitos ingredientes são produzidos lá mesmo, ou vêm de produtores locais.

O menu degustação mudou há pouco tempo (portanto sem spoilers nas fotos aquém, que são do menu anterior), e tem por volta de 10 pratos. O valor é de R$ 210 por pessoa. Você também pode pedir pelo menu harmonizado ou, ainda, pratos à la carte.

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No recinto do restaurante, em alguns dias, geralmente feriados, é realizado o evento Burguer & Beer. Para saber mais sobre as datas, é só seguir a página do lugar no Facebook.

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O Valle Rustico fica localizado na Risco Marcílio Dias, em Garibaldi.

Depois do almoço, já era hora de voltar pra Porto Jubiloso. Foi ou não um findi perfeito? <3

E aí, que tal reproduzir meu roteiro e ser feliz no Vale dos Vinhedos no próximo final de semana? 🙂

 

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pequenas vinícolas apostam no atendimento diferenciado – Sem Pressa de Voltar

Visitar vinícolas menores, que recebem de forma mais personalizada e acolhedora, é uma das experiências mais interessantes para se viver no Vale dos Vinhedos.

A invitação da Bento Convention Bureau*, eu, a Bárbara Pedroso, do blog Bárbara pelo Mundo, o Ariel do site Pilastra de Turismo e a Amanda do blog Livres e Selvagens passamos uma tarde sensacional na região, visitando duas vinícolas pequenas e com atendimento diferenciado. Vem ver!

Lídio Carraro

A vinícola boutique Lídio Carraro foi a nossa primeira paragem. Os visitantes são recebidos na vivenda da família, e é lá que são feitas as degustações.

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Tivemos uma verdadeira lição sobre viticultura com a matriarca da vivenda, Isabel Carraro. Com muito conhecimento e paixão pelos produtos, Isabel nos apresentou os seus harmônicos e equilibrados vinhos puristas

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A felicidade de quem faz o que governanta!

Na Lídio Carraro, todo o processo de elaboração é transportado com o mínimo de interferência e o sumo saudação à frase originário das uvas e do terroir de origem.

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Bárbara, Ariel, eu e Amanda: um brinde aos dias motivacionais!

A vinícola recebe visitantes para degustações todos os dias das 9h às 17h30, inclusive aos finais de semana e feriados. Supra de 8 pessoas é sugerido agendamento prévio, pelo telefone: (54) 2105.2596, ou pelo e-mail: atendimento@lidiocarraro.com.

Milantino

Fundada em 1989, a Milantino Vinhos e Espumantes tem a filosofia  de elaborar vinhos de subida qualidade e produção limitada.

Foi o simpático proprietário da vinícola, Luiz Milani, quem conduziu a nossa visitante e degustação. Primeira paragem: saber as videiras, que ficam logo ao lado da loja onde os visitantes são recebidos.

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Em seguida, passamos para a segunda segmento da lição… digo… visitante guiada. Os locais de armazenamento e levedação dos vinhos. 🙂

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Ficamos bastante tempo por lá, conversando e tirando várias dúvidas com o Luiz. Adoramos!
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Luiz Milani, proprietário e enólogo da Milantino

E, ainda, fomos impactados pelos vinhos elegantes da vivenda. Era um melhor que o outro!

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As visitações na Milantino devem ser agendadas com antecedência nesse link, ou pelo telefone (54) 2105-2555.

Se quiser ler mais posts sobre Enoturismo, clique cá. 😉

 

* As visitas foram feitas a invitação da Bento Convention Bureau, associação sem fins lucrativos que tem uma vez que pilar a promoção do direcção Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. 

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O sensacional tour Wine Experience da Casa Valduga

É era de Vindima no Vale dos Vinhedos, período que a região celebra a colheita da uva, entre os meses de janeiro a março. A invitação da vinícola Casa Valduga, fui até lá pra ver de perto as uvas roxinhas nos parreirais, junto com outros blogueiros de viagem de Porto Satisfeito.

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Comigo estavam os blogs: Parece Óbvio, Meu mapa-múndi, Barbadas pelo Mundo e A Gabi Pelo Mundo. Ótimas companhias para um delicioso sábado de estágio e degustações!

Fizemos o sensacional tour Wine Experience, que possibilita a degustação de vinhos e espumantes em diferentes etapas do processo de elaboração. Vem ver porquê foi! 🙂

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A Casa Valduga

A Casa Valduga é uma das mais tradicionais vinícolas do país. Em 1992, a Família Valduga iniciou a construção de seu Multíplice Enoturístico, que incluiu a geração de restaurantes e de pousadas, consolidando-se, assim, porquê pioneira na introdução do enoturismo no Vale dos Vinhedos. Atualmente, o multíplice recebe tapume de 150 milénio visitas por ano.

A vinícola continua sendo familiar, e está sendo administrada pela 3ª geração em relação ao patriarca fundador, Luiz Valduga. A empresa coleciona mais de 300 prêmios em concursos nacionais e internacionais, e exporta seus produtos para mais de 20 países.

A Valduga está, inclusive, no livro “1000 lugares para saber antes de morrer”, editado pelo New York Times.

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Wine Experience

O tour começa no pavilhão vinífero, o sítio onde é feito o processamento das uvas logo que elas chegam da colheita. Esse sítio fica a respeito de 200m da ingressão da vinícola (fomos até lá em um simpático trenzinho), e só funciona durante o período da vindima (janeiro, fevereiro e março).

Fomos recebidos e guiados pelo enólogo Lucas Simões, que iniciou o tour apresentando todas as etapas pelas quais as uvas passam logo que são colhidas.

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1º lanço de degustações: vinhos-base

Depois de conhecermos mais sobre os processos da vinicultura, começamos com as degustações dos vinhos ainda em processo de produção, direto dos tanques.

O primeiro resultado que experimentamos ainda era um mosto (suco), com somente três dias de levedação. Ele ainda era muito rebuçado!

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Ainda fizemos mais uma degustação de um chardonnay em processo elaboração, que mais tarde vai se tornar o espumante Ponto Nero. E o legítimo é que nós mesmos pudemos nos servir dos tanques. Bacana, né?

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Esse era menos rebuçado (pois já estava há mais tempo fermentando) e se parecia MUITO com um suco de maçã. Fun fact: Esse foi o espumante que servi no meu conúbio. <3

Depois seguimos para as caves. A vinícola produz tapume de 1,4 milhão de litros de bebidas por ano, sendo que 50% são espumantes.

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A Casa Valduga possui a maior frasqueira de espumantes da América Latina, com capacidade para mais de 6 milhões de garrafas. Olha o tamanho desse galeria!

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2ª lanço de degustações: vinhos

Nesse momento, são feitas degustações de vinhos com variados tempos de maturação, diretamente das barricas de roble. O Lucas nos explicou porquê se “sugava” o vinho e, de novo, nós mesmos que enchemos nossas tacinhas.

Experimentamos o Grand Leopoldina Chardonnay DO, considerado um dos dez melhores chardonnays do mundo! Muito muito bom!

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Depois, degustamos um Terroir Cabernet Franc tinto. Um primor!

E aí partimos pra saber as videiras da propriedade… que estavam lindaaas!

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Já estive em diversas vinícolas, principalmente no último ano, mas nunca tinha visto os parreirais com as uvas assim, maduras. Foi um momento super emocionante (apesar da sensação térmica de 40º kkkk).

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3ª lanço de degustações: espumantes

Para amenizar o calor, a refrescância do espumante! Voltamos para as caves e seguimos para a terceira lanço da experiência.

Degustamos o espumante 130, lançado em 2005 em homenagem aos 130 anos da imigração italiana no Brasil. O sucesso dessa bebida foi tão grande, que o que era pra ser somente uma bebida comemorativa, se tornou segmento do portfólio de produtos da empresa. E é realmente uma delícia.

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Depois, experimentamos o Sur Lie, um espumante nature sem dégorgement, ou seja: as leveduras continuam presentes na garrafa, deixando a bebida com uma coloração turva. Esse espumante segue envelhecendo por tempo indeterminado e é fechado com uma tampinha metálica. Nunca tinha provado um espumante porquê esse, foi realmente surpreendente.

Serviço:

O tour Wine Experience acontece terças e quintas, mediante agendamento prévio no telefone (54) 2105.3154 ou pelo e-mail cursos@famigliavalduga.com.br. A experiência custa R$ 95 e tem duração de aproximadamente 3h. Cada participante ganha uma taça de cristal personalizada com marca da Casa Valduga.

A Casa Valduga também conta com a opção de visitante tradicional, que custa R$ 40. São degustados dois vinhos tintos, um vinho branco e dois espumantes, e o participante também ganha uma taça de cristal personalizada.

Existem, ainda, outras opções de cursos de degustação e de harmonização. Você pode ler mais sobre eles cá.

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Que dia sensacional! Vale dos Vinhedos sempre surpreende! 🙂

*O tour Wine Experience foi feito a invitação da Casa Valduga.

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