Em Lisboa, todos os dias são bons para comer cozido à portuguesa!

Os ingredientes podem variar de um restaurante para outro. Na núcleo, levam mesocarpo de vaca, pá de porco, ouvido, toucinho, entrecosto e, evidente, enchidos, uma vez que o chouriço de mesocarpo, a morcela, a farinheira; e depois os legumes, onde não faltam a couve lombarda, as batatas, o nabo, e as cenouras. Depois, ainda é provável aumentar penosa, arroz ou feijoeiro. É esta variedade de ingredientes que dita a preferência por entre as várias ofertas disponíveis. Comida típica dos dias mais frios, tem dia patente para ser servido em alguns dos principais restaurantes lisboetas. Siga nascente roteiro do Boa Leito Boa Mesa e descubra os melhores cozidos à portuguesa da capital.

Espaço Açores

Quinta-feira
No Varanda de Lisboa, o restaurante panorâmico do Hotel Mundial, (Terreiro Martim Moniz 2, Lisboa. Tel. 218842000) o cozido tem assinatura do chef Vitor Sobral, e tenta prestigiar os produtos nacionais e a oriundo sazonalidade das sugestões gastronómicas. Leva saborosos enchidos e legumes perfeitamente confecionados (€19,50) e além da ingresso, prato principal e sobremesa, o preço inclui ainda um copo de vinho PHC Hotels Colheita Pessoal. Também pode ser estimado ao jantar.

Sexta-feira
Os produtos, sejam as carnes de vaca, de porco, a penosa, o inhame, a batata, a batata-doce, a cenoura, o repolho, a morcela e o chouriço de S. Miguel, servidos no restaurante Espaço Açores (Largo da Boa-Hora à Ajuda, 19, Lisboa. Tel.: 213640881) chegam todos do arquipélago, para recriar o famoso cozido das Furnas. Juntam-se todos os ingredientes numa panela que é colocada num buraco recortado à medida na bancada de alumínio. De fora só ficam as asas e a tampa, cobertas com panos para preservar o calor. A temperatura deve manter-se sempre nos 70 graus, das seis da manhã à uma da tarde. As sete horas de cozedura justificam-se com o facto de não ter chuva no processo e de, por isso, as carnes e os legumes irem cozendo no próprio caldo (€12,90). Já no restaurante Zé Pinto, (Largo General Sousa Brandão 2, Lisboa. Tel. 217787783) os ingredientes usados no cozido são continentais (€12,50), e servidos numa sala que mais parece um museu devotado ao Benfica. A ração é sempre generosa.

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Sábado
No concurso Sabor de Alvalade 2018, o cozido à portuguesa do restaurante Os Courenses (Rua José Duro, 27D, Lisboa. Tel. 218473619) foi o grande vencedor. Generoso, com enchidos de qualidade, nacos gulosos de mesocarpo de vaca, porco e a ouvido, o nabo, as cenouras, o feijoeiro e um arroz caldoso é servido ao sábado (€22), mas à quinta feira também é a estrela da ementa. Já no restaurante Rosa da Rua (Rua da Rosa 265, Lisboa. Tel. 213432195) a quarta-feira também é dia de provar o cozido(€17), mas é ao sábado que se verificam as maiores romarias, agora com a vantagem de também ser servido em regime de take-away. Para provar um cozido num cenário dissemelhante, o Gardens Restaurante (Rua Formosinho Sanchez, 79, Lisboa. Tel. 217571087), aposta no verdejante do campo de golfe da cidade de Lisboa para preparar esta especialidade. A preparação do cozido (€15,55) e a utilização de enchidos da povoado garantem um sabor genuíno. Também pode levar para mansão, em regime de take-away. Na Tasquinha do Lagarto (Rua de Campolide, 258, Lisboa. Tel. 213883202) cada ração (€15) dá para duas pessoas e da cozinha diz-se que o sigilo está na chouriça de cebola de Ponte de Lima e em deixar as carnes em sal de véspera. Nesta corrida pelos cozidos de Lisboa, junta-se nascente inverno a proposta de José Avillez. É servido no Bairro do Avillez (Rua Novidade da Trindade, 18, Lisboa. Tel. 215 830 290) e repete ao domingo. Ingredientes da melhor qualidade, confeção apurada e a genialidade do chef, são unicamente alguns dos segredos do cozido, que leva inclui aba de novilho e entrecosto de porco, carnes fumadas, mão de vitela, enchidos (chouriço, morcela e farinheira da Margem Baixa e morcela de porco preto), couve portuguesa, nabo, cenoura, batata, feijoeiro branco e arroz de farinheira (€25).

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Domingo
Um dos mais famosos cozidos da capital serve-se ao domingo no restaurante O Transcendente (Avenida Sacadura Cabral, 53B, Lisboa. Tel. 969825279). A notabilidade veio do tempo em que o restaurante ficava na Ajuda, em Lisboa, e Mário Soares era frequentador habitual, mas o buffet (€25), com qualidade e flutuação de produtos, uma vez que a mesocarpo bísara, chegam uma vez que cartão de visitante. Há ainda uma mão enxurro de segredos que só a chef Justa e o marido, José Transcendente, conhecem, a contribuírem para o sucesso. Novidade nascente ano é o Cozido à Transmontana do Projecto Restaurante (Rua da Bela Vista à Perdão, 126, Lisboa. Tel. 913170487). Vítor Adão, chef do restaurante revelação do guia Boa Leito Boa Mesa em 2020, apresenta tachos fumegantes, tabuleiros fartos, e pratos de conforto com raízes nas memórias do chef em Trás-os-Montes (€35). Para provar no restaurante ou levar para mansão, em regime take-way, inclui couvert e sobremesa.

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Também nascente ano regressa o cozido do chef António Boia no restaurante JNCQUOI (Avenida da Liberdade 182, Lisboa. Tel. 219369900), com datas marcadas. Inclui uma vasta seleção de ingredientes, uma vez que ouvido de porco, entremeada, chispe, cabeça de porco, penosa, mesocarpo de vaca, pernil fumado, seleção de chouriças, morcela e farinheira, mistura de mostardas, feijoeiro branco, arroz vaporizado, couve portuguesa, couve lombarda, nabo, cenoura e batata (€38). No restaurante JNCQUOI, Garfo de Prata do guia Boa Leito Boa Mesa em 2020, as próximas datas disponíveis são a 29 de novembro e 27 de dezembro

Segunda-feira
No restaurante O Jacinto (Avenida Ventura Terreno 2, Lisboa. Tel. 217591728) é muito vasqueiro o cozido à portuguesa do almoço chegar até ao jantar. Por fim, é uma tradição das segundas-feiras, que já leva cinco décadas, e o motivo é o cozido à discrição, ou seja, é provável pedir reforço sempre que necessário. Faz secção da filosofia da mansão que toda a gente saia satisfeita. Em tempos de contingência repetem-se os turnos, até rematar o cozido (€17,40).

Terça-Feira
Apesar da grande variedade de pratos de cozinha regional, as terças-feiras ao almoço da Frasqueira da Tia Matilde (Rua da Beneficência, 77, Lisboa. Tel. 217972172) são dedicadas ao cozido à portuguesa. Músculos de vaca, entrecosto, chispe, enchidos e os legumes do prática, zero é deixado de fora (€15,50). A experiência é determinante na qualidade do cozido, finalmente de contas, abriu em 1926 tendo, entretanto, desenvolvido em espaço e notabilidade até se transformar num restaurante de prestígio em Lisboa.

Quarta-Feira
Nas redes sociais dizem ser nascente cozido à portuguesa do Solar dos Presuntos (Rua das Portas de Santo Antão, 150, Lisboa. Tel. 213424253) um dos melhores de Lisboa (€18). Não espanta, uma vez que, à semelhança de outros produtos usados na cozinha, também para o cozido são oriundos de Monção e do setentrião de Portugal, selecionados dos melhores produtores. Agora restringido a unicamente 18 lugares, recomenda-se, no restaurante que é Mesa com Préstimo para o guia Boa Leito Boa Mesa em 2020, suplente antecipada. Terminamos esta ronda com a proposta de cozido do restaurante O Batista da Buraca (Estrada da Buraca, 41, Lisboa. Tel. 217604496). Sabido pelas fartas quantidades que leva à mesa em travessas onde abundam os melhores ingredientes. Era sítio de romaria antes da pandemia, ainda o é, mas dentro das limitações impostas pela Direção Universal de Saúde (€17,50). Chegue cedo e termine a repasto com um dos já famosos Doces da Ausenda, que também pode levar para mansão.

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O Jacinto


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Natividade:https://portowords.com
Categoria: viajar

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