Norte em duas rodas: 12 ecopistas para pedalar entre a natureza

Ecopista, pista virente ou ciclovia? Qualquer que seja a designação, por caminhos asfaltados ou sobre antigos ramais ferroviários, nesta dúzia de pistas conte com ótimas condições para pedalar inspirado na venustidade e tranquilidade da Natureza.

Ecovia de Arcos de Valdevez
É ao longo dos rios Lima e Vez, rodeados de intenso virente, que corre esta ecopista. Na extensão de 32 km que segue até à lugarejo de Sistelo, conte com virente refrescante, cursos de chuva e a submersão na paisagem única do Gerês. Todo o trajectória respeita o meio envolvente e ajudou a restabelecer património existente ao longo de caminho, que pode também ser respeitado
Arcos de Valdevez – Sistelo

Ecopista do Rio Minho
Uma das mais belas e premiadas ecopistas nacionais tem neste troço entre Monção e Valença um caminho de rara venustidade, pontuado por paisagens de intenso virente, entre vinhedos e campos de cultivo, sempre acompanhadas pelo curso do rio Minho. Pode parar nos diversos miradouros espalhados pelo troço de 17 km para resfolgar e observar a dinâmica do curso de chuva: As pesqueiras, as praias e ínsuas, inseridas na Rede Natureza 2000 e todo o património edificado são outros motivos de interesse.
Pedra Furada, Vila, Monção – Vivenda da Risca, Ponte Seca, Valença

Ecovia das Lagoas
Nascente passeio inicia-se num dos símbolos de Ponte de Lima, a ponte romano-gótica, e a estátua de Decius Brutus, protagonista da Mito do Rio Lethes. Mas nascente é só o início porque ao longo do caminho há muito para respeitar: a Ponte de Nossa Senhora da Guia, o Clube Náutico, a sede do Festival Internacional de Jardins, o Solar de Bertiandos e a sua vinha. Mais primeiro fica uma das portas de ingressão da Espaço Protegida e Zona Húmida de Valor Internacional das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro d’Arcos, importante espaço para a conservação da natureza e biodiversidade.
Arcozelo – Fontão, Ponte de Lima

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Ecovia do Litoral Norte
Entre a Praia de Paçô, em Carreço e o Potente da Areosa, nascente passeio faz-se de mar, nortada e paisagem costeira que intercala com o virente caraterístico do Cimalha Minho. São 7 km de via que passa por pequenas praias, moinhos de vento e ancoradouros, mas também pelo geossítio do Alcantilado de Montedor, o das Pedras Ruivas, e ainda, a meio do caminho, pelo Monumento Oriundo Lugar do Quina Oceânico, todos a justificar uma paragem.
Carreço – Viana do Forte

Ecovia do Litoral Sul
A metódico frente de mar, percorrida em grande secção sobre passadiços de madeira faz deste um supimpa passeio em qualquer estação mas sobretudo no verão, quando é provável parar, resfolgar e reprofundar ou, de bicicleta mas também a pé, escolher a praia mais espaçosa das redondezas para esticar a toalha ao sol. São quase 9 km de caminho.
Azurara – Labruge (Vila do Conde)

Ecopista Fafe – Guimarães
São 25 quilómetros a unir duas cidades, em secção, seguindo o traçado da risca de caminho de ferro que ligava Fafe a Guimarães, desativada em 1986. Dividida em dois troços, divide-se entre os dois concelhos atravessando zonas rurais. Pelo caminho, usufruto da paisagem com a certeza de encontrar vários pontos de relaxamento e bebedouros , para se hidratar durante a viagem.
Parque da Cidade de Fafe – Rua Padre João Oliveira, Mesão Insensível, Guimarães

Ecopista do Sabor
Também nesta região do Nordeste Transmontano a Ecopista do Sabor aproveita o macróbio traçado da ferrovia que ligava o Pocinho-Duas Igrejas, desativada em 1988, para a tornar ciclável, numa extensão de 15 quilómetros. Estações e apeadeiros fazem secção do trajectória que destaca a venustidade do Parque Oriundo do Douro Internacional, mas também património cultural, a gastronomia, as artes e os ofícios, a agropecuária e a Língua Mirandesa, elementos marcantes da região.
Na mesma região, com início em Torre de Moncorvo e seguindo até Carviçais, conte com mais 24 km de pista sobre a via férrea, aproveita a Plataforma da Risca do Sabor.
Sendim – Duas Igrejas, Miranda do Douro

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Ecovia do Parque Natureza de Lamelas
Nesta via circundar o trajeto de 3,5 km começa e termina no Multíplice Turístico de Lamelas. Nos periferia encontra vários motivos para pequenos desvios, porquê as Gravuras Rupestres de Lamelas, o Parque de Merenda de Lamelas e, um pouco mais remoto, o Parque Ambiental de Ribeira de Pena. Os mais radicais vão quere aproveitar o passeio para uma passagem pelo Pena Façanha Park.
Multíplice Turístico de Lamelas, Ribeira de Pena

Ecopista do Corgo
Um dos diversos exemplos de recuperação da antiga linga ferroviária, esta ecopista oferece novos usos a um caminho de grande venustidade que atravessa o concelho de Vila Pouca de Aguiar passando por pela sede e pela vila termal de Pedras Salgadas, muitas vezes na companha dos rios Corgo e Avelames. Cruza-se também diversas vezes com o Caminho Português Interno de Santiago, que liga Viseu a Chaves. Para percorrer de bicicleta, a pé ou a cavalo.
Torencinho (Telões) – Sabroso de Aguiar (Vila Pouca de Aguiar)

Ecopista da Risca do Tâmega
Segue secção do curso do rio mas também passa por cima dos trilhos outrora reservados ao comboio que percorria a risca do Tâmega. O trajectória, de 39 km, começa em Amarante e segue até Cabeceiras de Basto, para terminar na antiga estação de comboios de Círculo de Baúlhe, onde atualmente vive o Museu das Terras de Basto. No caminho conte com natureza, património e cultura, e bastante espaço para pedalar – ou caminhar se assim o preferir.
Amarante – Círculo de Baúlhe

Ciclovia da Lapa
É uma das mais antigas ciclovias da região e atravessa a paisagem rude que levou Aquilino Ribeiro a descrever as Terras do Demo. Entre enormes pedras cinzentas de granito e vegetação baixa, entrecortada com floresta, o caminho dirige-se para o sempre concorrido Santuário da Lapa, ao longo de quase 7 km.
Granjal – Lapa, Sernancelhe

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Ecovia do Tâmega
As fronteiras regressaram inesperadamente mas durante décadas a circulação foi livre entre Portugal e Espanha. Nascente trajectória ciclável, que liga Chaves a Verín é revérbero dessa liberdade revelando ao longo de 30 km, entre a Ponte Romana de Chaves e a Ponte de Madeira de Verín, o legado da relação transfronteiriça que marca a região, mas também os ecosistemas do rio e algumas práticas agrícolas que persistem. O caminho, projecto, não apresenta grande dificuldade.
Chaves-Verín

HEIKO MANDL

Viver Portugal

Pode encontrar mais sugestões de praias fluviais nos guias Viver Portugal oferecidos com Expresso ao longo deste verão.

O Expresso juntou-se à SIC para lançar a iniciativa Viver Portugal, simbolicamente apresentada a 10 de junho, Dia de Portugal, com o objetivo evidente de promover o que é português, através da televisão, do papel e do do dedo. A iniciativa Viver Portugal, pode ser acompanhada em www.expresso.pt/viverportugal.

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Natividade:https://portowords.com
Categoria: viajar

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