Passadiços no Centro de Portugal: Caminhadas de descoberta entre o verde e a água

O prazer de caminhar entre a Natureza encontra bom porto nestes passadiços do Centro de Portugal. Respire fundo e prepare-se para o espetáculo da Natureza. Pé perante pé, caminhando ou pedalando sobre a madeira, desvendam-se locais até recentemente desconhecidos e seus habitantes. Escolha a paisagem, entre campo, serra, rio e mar e aventure-se num destes sete passadiços para percorrer na boa companhia de cursos de água, vegetalidade, árvores e animais.

tjorge

Passadiços do Penedo Furado
Têm pouco mais de meio quilómetro mas o limitado trajectória é mais do que suficiente para se deixar fascinar pela formosura originário marcada por abundantes cursos de água, praias fluviais e muito preservadas aldeias de xisto, além de imponentes rochas que marcam a paisagem e desvendam quedas de água escondidas. A partir daqui, os mais aventureiros podem seguir por um dos quatro percursos que se cruzam com estes passadiços: o Trilho das Bafureiras, a Rota das Conheiras, a Grande Rota do Zêzere e a Grande Rota da Prata e do Ouro, um trajeto de tapume de 19 km que une o Sardoal, no região de Santarém, a Vila de Rei, com passagem pela Albufeira de Fortaleza do Cabrão, pela praia fluvial do Penedo Furado, e pelas antigas minas de prata e outro que davam sustento a grande segmento dos habitantes da região. Para breve prevê-se que o caminho se estenda até aos miradouros locais, uma vez que é o caso das Fragas do Rabadão, criando um trajectória circunvalar em torno do Penedo Furado.
Penedo Furado, Vila de Rei, Fortaleza Branco

Fragas de São Simão

Fragas de São Simão
É em plena Serra da Lousã, ao longo de quase 2 quilómetros de plena Natureza e bela paisagem que nascente recente passagem desvenda os encantos da povoado de xisto de Parelha de São Simão. A estrutura de madeira, inaugurada nascente verão, a 3 de julho, depressa se tornou um dos locais mais procurados para passear e está nomeado para o Prémio Europeu de Atração Turística e Proeza (Europe’s Leading Adventure Tourist Attraction 2020) pelo World Travel Awards. Dispõe ainda de um deleitável observatório sobre a paisagem e desemboca numa refrescante praia fluvial, a Ribeira de Alge, aninhada entre duas fragas. O próximo passo é a extensão do passagem por mais um quilómetro, até à Ermida de São Simão.
Parelha de São Simão, Figueiró dos Vinhos

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Passagem do Osso da Baleia
É pouco provável que ao longo do caminho aviste uma baleia, ou que ao chegar ao areeiro encontre o volumoso esqueleto de uma, tal uma vez que cá sucedido no início do Séc. XX, num evento que acabou por dar nome ao sítio. Dunas, vegetação e simples, o mar imenso, marcam a panorâmica que acompanha nascente passagem, inicialmente criado para que se pudesse chegar à praia, de bandeira azul, sem perturbar dunas e vegetação envolventes. Caminhe ou corra e termine o trajectória com um refrescante mergulho.
Praia do Osso da Baleia, Pombal

Passagem da Foz do Arelho
Mesmo em frente ao mar, destaca-se pelo imagem incomum, sob o traço da arquiteta paisagista Nádia Schilling que deixou uma marca na paisagem. O objetivo deste pequeno passeio sobre a madeira foi evitar que outras marcas deixassem rasto no caminho para a praia da Foz do Arelho, danificando a vegetação originário das dunas que antecedem o areeiro. Escadas e recortes, sete miradouros, com bancos giratórios para poder respeitar a paisagem a 360 graus – em dias limpos a vista alcança as Berlengas, Peniche e São Martinho do Porto – marcam os 800 metros do trajectória a que a estrutura oferece renovado interesse, tanto que foi até integrado no Atlas of World Landscape Architecture.
Foz do Arelho, Caldas da Rainha

Passadiços da Barrinha de Esmoriz
Quem percorre os passadiços de madeira está longe de imaginar que outrora nascente sítio, pleno de natureza e habitat de espécies diversas, esteve votado ao desleixo, sendo usado uma vez que repositório de resíduos industrias. A Barrinha de Esmoriz ganhou literalmente novidade vida com a recuperação do sítio e instalação dos passadiços. Suplente Procedente, oferece 8 km de trilhos entre lagoas, canaviais e diversificada fauna, mormente do ar e da água. Vale a pena parar um pouco antes da peculiar ponte de madeira, imagem de marca do sítio, para se paralisar na superfície reservada à reparo de aves. É provável que aviste uma garça-real, um pisco-de-peito-ruivo ou um rouxinol indomável. Outro sítio de pausa obrigatória é o observatório, onde um banco convida a parar e observar a paisagem viradela para a barrinha, dunas e mar.
Esmoriz, Ovar

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Divulgação

Passadiços do Alamal
O Fortaleza de Belver, sobranceiro à paisagem, “vigia” todo o trajectória que ao longo de quase dois quilómetros oferece um espetáculo da natureza, entre numeroso flora e fauna. Entre a Praia Fluvial do Alamal e a Ponte de Belver, em Gavião, o trajectória, alcançável a pessoas com mobilidade condicionada, acompanha o curso do Tejo e dos seus habitantes nesta zona. Patos e cegonhas aproveitam também a sombra refrescante de amieiros, sobreiros e videiras. Outras marcas do pretérito são os muros de sirga que ajudavam, outrora, à navegação fluvial até ao porto situado em Vila Velha de Ródão.
Praia Fluvial do Alamal, Gavião

Rui Duarte Silva

Passagem de Aveiro
O Passagem de Aveiro tem tapume de 7,5 quilómetros de extensão que ligam o Conduto de São Roque a Vilarinho. No caminho passa pelo Cais da Ribeira de Esgueira e ao longo da Ria de Mataduços e Póvoa do Paço. Se quiser completar a ida e volta, conte com 15 quilómetros para percorrer a pé ou de bicicleta. O caminho acompanha a Ria e mostra cenários que mudam consoante o tempo, a vontade das águas e a luminosidade. Uma vez que uma extensão da própria ria, há ainda floresta, pinhais, árvores, sapais para respeitar, além de bancos de madeira para esticar as pernas e respirar ar puro. Por onde debutar? Por onde apetecer. No velho cais de São Roque, não muito distante da estação de comboios de Aveiro, no cais da Ribeira de Esgueira, ou em Vilarinho, freguesia de Cacia.
Aveiro

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Categoria: viajar

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