Sabe Como se Chamava a sua Cidade na Época Romana?

A evolução da História de Portugal conta com uma passagem pelo Predomínio Romano, fazendo segmento da província romana da Lusitânia. Muitas cidades surgiram na estação romana e outras extinguiram-se. Muitas tinham nome dissemelhante do que hoje conhecemos.

A invasão romana

Os romanos tinham porquê missão transformar a Península Ibérica em província de Roma. A resistência dos lusitanos durou décadas até que, com Júlio César e um tropa de 15 milénio homens, conseguiram, em 60 a.c. solidificar o poder de Roma sobre a Lusitânia, porquê era divulgado o oeste da Península.

Durante a ocupação foram edificadas estradas, pontes de pedra, viadutos e teatros. Algumas das construções da estação romana perduram até aos dias de hoje, pela sua técnica perfeita.

As cidades que foram fundadas pelo poderio romano são Santarém (Scallabis), Évora (Ebora), Beja (Pax Julia), Braga (Bracara Augusta), Santiago do Cacém (Miróbriga), Mértola (Myrtilis Iulia) e Coimbra (Conímbriga).

Curiosidade nas expressões linguísticas

Devido à relação de Portugal com a igreja ter influência romana e, pelos primeiros bispados que se estabeleceram em Braga e só depois em cidades porquê Lisboa, Évora e Faro, justifica-se a sentença que ainda hoje é utilizada para um tanto muito idoso: “Velho porquê a Sé de Braga”.

Da estação romana destacam-se as diferenças dos nomes de cidades. Cá apresentam-se as que foram fundadas pelo poderio e as que, consequentemente, foram surgindo ao longo do tempo:

Abrantes – Tubucci Aurantes

Alcácer do Sal – Salácia

Alenquer – Arabriga

Aljustrel – Vispasca

Aveiro – Alavarium

Beja – Pax Julia, Pax Augusta, Colonia Civitas Pacensis

Braga – Bracara Augusta

Coimbra – Aeminium

Condeixa-a-Velha / Sul de Coimbra – Conímbriga

Covilhã – Tritium

Elvas ou Evoramonte – Dipo

Évora – Ebora, Ebora Cerealis, Liberalitas Julia

Faro – Ossónoba

Guarda – Lancia Oppidana

Lamego – Lamecum

Leiria – Collippo

Lisboa – Olisipo Felicitas Iulia, Olisipo, Ulyssipolis, Felicitas Julia Olisipo, Ulisseia

Marco de Canaveses – Tongóbriga

Mértola – Myrtilis Iulia

Óbidos – Eburobrittium

Porto – Portus Cale

Póvoa de Varzim – Vila Euracini

Santarém – Scallabis

Santiago do Cacém – Miróbriga

Torres Novas – Vila Cardílio

Vila Novidade de Gaia – Cale

Viseu – Verurium

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Os rios também nem sempre tiveram os nomes pelo quais os conhecemos hoje. Entre outros, o Rio Douro chamava-se Rio Dórias, o Rio Vouga, Rio Vaga e o Rio Sado, Rio Calipo. A Serra da Estrela, por sua vez, chamava-se Herminius Mons.

Grandes e importantes vestígios das cidades da estação romana em Portugal

Bracara Augusta

Em Braga poderá visitar as Termas Romanas do Cimalha da Cividade, dentro de uma superfície museológica. O prédio referente ao século II é constituído por vários compartimentos para banhos frios e quentes, e por um sítio talhado à prática de manobra físico.

Junto às ruínas das termas existem também vestígios do que parece ter sido um teatro. De notar que somente cidades importantes da estação romana possuíam equipamentos porquê teatros.

Próximo à atual Igreja de S. Paulo existem vários vestígios do que seria uma superfície residencial romana privilegiada. É provável identificar várias estruturas associadas a domus, casas familiares, e uma sentina, que drenava as águas sujas para fora da cidade.

Sob a antiga escola primária da freguesia da Sé foram descobertas ruínas de uma mansão romana, que hoje se tornou um museu, a Domus da Escola Velha da Sé.

A domus terá sido edificada no século I, sofrendo alterações entre o século III e o início do século IV, quando terá sido ampliada para incluir um balneário privado e outros compartimentos.

Frigideiras do Cantinho, um dos estabelecimentos mais antigos e conceituados da cidade é hoje a Domus das Frigideiras do Cantinho. É provável encontrar estruturas da estação romana, pertencentes a uma domus.

Sob o soalho envidraçado deste moca, pode ver-se um galeria de distribuição a outros compartimentos e os sobras de um hipocausto, um sistema que serviria para aquecer a chuva do balneário privado da mansão.

O Museu Pio XII e o Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa são alguns dos museus da cidade em que é provável encontrar peças e objetos da estação romana.

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Braga é uma das cidades mais antigas da ocupação romana e respiram-se vestígios desta estação por todo o município.

Aeminium

Aeminium, porquê era conhecida a cidade de Coimbra na estação romana, terá sido a residência solene dos monarcas D. Henrique e D. Teresa.

Desta cidade, com milhares de anos, restam hoje somente vestígios. Outrora, foi um importante entreposto mercantil e, posteriormente, cidade universitária.

É provável visitar o criptopórtico romano, uma fascinante galeria de túneis subterrâneos com vários arcos no topo, construídos para suportar o Fórum Romano da antiga Aeminium.

Os túneis escondem-se sobre a construção do Museu Machado de Castro, que outrora serviu um palácio de um membro do clero, durante a Idade Média. Para além das ruínas romanas é provável ver, no museu, exposições de arqueologia, joalharia, estátua, pintura e cerâmica.

As atividades do Museu apostam na divulgação da cultura portuguesa e são imperdíveis numa visitante a Coimbra, para melhor saber as nossas origens, desde a estação romana.

Felicitas Julia Olissipo

Lisboa era um porto importante da província da Lusitânia, na estação romana. Por todo o valor que o Tejo lhe associava, porquê relevante via de notícia, opulência do peixe, pela atividade económica no vinho e óleo transportado para todo o mundo romano, passou a ser chamada terreno da felicidade.

O imperador Júlio César, nomeou-a de Felicitas Julia. Durante a estação romana, quem chegava pelo Tejo, deparava-se com um imponente teatro, símbolo do poder do Predomínio.

O teatro situava-se no sítio onde hoje se encontra o Forte de São Jorge e tinha capacidade para muro de 4000 espectadores. Era decorado com fustes e capitéis pintados, onde se exibiam peças do período clássico. Os atores das peças alegres ou dramáticas eram escravos.

Pouco sobrou do teatro posteriormente o terramoto de 1755 e as suas ruínas, descobertas durante a reconstrução da cidade em 1798, acabaram esquecidas. Somente mais tarde, na dezena de sessenta, o que estava escondido veio à superfície e, através das escavações arqueológicas, foi provável restaurar esta segmento da história.

Em Lisboa é provável deslindar a passagem romana através do cais, na Moradia dos Bicos, mais conhecida por cá se localizar a Instauração José Saramago, próximo do Terreiro do Paço. Por cá os barcos ficavam atracados.

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Próximo da Moradia dos Bicos encontra-se um hotel, cujas obras de construção levaram a encontrar uma sala de uma domus romana, que se acredita ter pertencido a um mercador rico. A antiga sala, de soalho em mosaico, encontra-se junto à ingressão do Hotel Eurostars Museum.

Na colina do forte, perto da Sé, encontra-se o Museu do Aljube, uma antiga prisão da estação da Ditadura Militar. Na estação romana, era cá que passava uma das condutas de descarga de chuva. Na cave do museu é provável ter uma teoria do progresso das condições de vida da estação.

Os romanos faziam uso dos banhos públicos todos os dias. Estes eram locais de higiene e de convívio, onde se conversava e se tomavam decisões políticas. É provável encontrar segmento de umas antigas termas entre a zona da baixa de Lisboa e o forte.

Num passeio pela capital é provável depararmo-nos, ainda hoje, com vários vestígios da ocupação romana. A preço de Lisboa na estação romana é notória.

Outros 5 locais com vestígios da estação romana a não perder:

Templo romano de Évora – no meio histórico da cidade, classificado Património Mundial pela UNESCO em 1986.

Tanques Romanos da Praia de Angeiras, Matosinhos – enterrada sob as areias da praia, localiza-se um exemplo da aquitetura industrial romana. Constituído por seis conjuntos de tanques, num totalidade de 32 exemplares, que se destinavam à salga de peixe.

Cidade Romana de Tongóbriga, Marco de Canaveses – as ruínas estão na povoado de Santa Maria do Freixo e distribuem-se por muro de 15 hectares de superfície, classificada porquê Monumento Vernáculo.

Ruínas Romanas de Tróia – com dois milénio anos de história, são o maior multíplice de produção de salgas de peixe divulgado no Predomínio Romano. Classificadas porquê Monumento Vernáculo desde 1910.

Ammaia, São Salvador da Aramenha, Marvão – a Cidade de Ammaia é o mais importante vestígio da sua estação, na região do setentrião do Alentejo.

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