Vestígios Romanos em Évora | Encontre o património Romano pela cidade

Ter vestígios romanos em Évora não é um pouco que surpreenda. Sabia que, durante a era da romanização da Península Ibérica, toda a região do Alentejo era de valor vital para Roma? A cidade de Évora, pela sua localização geográfica privilegiada, rapidamente suscitou a atenção das tropas romanas.

O Alentejo era manadeira volumoso de trigo, cereal fundamental para Roma. Daí o dito do povo romano panem et circenses (pão e circo), as duas formas que os imperadores tinham de aprazer e controlar os seus súbditos na profundeza. O trigo alentejano, farto e saboroso, tornou-se gavinha vital na pacificação do povo romano durante os vários séculos da romanização da Lusitânia. Era de tal forma precípuo que, quando Évora é elevada a municipium, já durante a Pax Romana, no século I da era Cristã, o próprio imperador Júlio César lhe atribui o nome de Ebora Liberalitas Julia – Évora, a Liberdade de Júlio (César). Vestígios romanos em Évora? Simples!

Os romanos dominaram completamente a Península Ibérica até ao século III d.C., deixando a sua influência muito presente em estradas, edifícios e, sobretudo, na língua portuguesa (proveniente do Latim). A sua legado é inegável e Évora, cidade de imensa produtividade agrária, mantém, ainda hoje, vestígios romanos de extraordinária venustidade que são testemunho do pretérito.

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Templo Romano

Também popularmente divulgado porquê Templo de “Diana”, teria sido um sítio de erudito ao imperador romano da profundeza da sua construção. Localizado no logo Fórum da cidade de Évora e erigido no início do século I d.C., oriente monumento pagão de imponentes proporções sofreu várias alterações durante as invasões bárbaras e a era cristã, que o descaracterizaram por completo. Foi somente no século XIX que oriente majestoso templo foi totalmente restaurado à sua glória original.

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Templo Romano de Évora

O templo romano de Évora terá escapado a demolição totalidade durante a era cristã, por ter funcionado porquê um talho (ou talho). Durante a romanização e em certos templos, fazia-se o sacrifício de animais em homenagem ao imperador, pois considerava-se que o sangue era um elemento milagroso.

A sucoso quantidade de músculos que sobrava destes sacrifícios era, depois, vendida ao povo. Quando a religião romana foi substituída pela cristã, os sacrifícios animais terminaram, mas o templo continuou a fazer o seu papel de talho da população eborense, o que poderá explicar a sua resiliência até aos nossos dias.

Escavações realizadas durante o século XX na dimensão do templo permitiram encontrar vestígios de um magnífico espelho de chuva que o rodeava e de um pórtico que envolvia o Fórum da cidade de Évora.

Museu de Évora

Um dos principais museus portugueses, o Museu de Évora alberga inúmeros vestígios da legado romana. Entre o seu espólio, destacamos a estátua de um “sileno” desvelado no Convento de Loios e que poderá indiciar a existência de um teatro ainda por desvendar, assim porquê o miga recentemente desvelado de uma estátua do Templo Romano, uma mão feminina segurando um fruto, simbolizando a valor agrária de Évora para os romanos.

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Museu de Évora

Fundado em 1804 pelo Padre de Évora, Frei Manuel do Cenáculo, famoso colecionador de arte, o próprio Museu de Évora está construído no idoso Paço Episcopal, erigido, em grande secção, sobre o Fórum romano e imediato à Catedral de Évora.

Muro Velha (Muralhas de Évora), Porta de D. Isabel e Moradia de Burgos

A muro romana original, datada do século III e edificada durante a fortificação da cidade, circundava uma dimensão de aproximadamente dez hectares e tinha quase dois milénio metros de comprimento. A muro de Évora era protegida por fortes torres de cantaria, porquê as que defendiam a porta da Rua da Selaria (a moderno 5 de Outubro) e a Porta da Moura.

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A Porta de D. Isabel, ou Roda Romano de Évora, fazia secção da muro romana e é constituída por um roda perfeito de cantaria. Sob oriente roda, existe ainda um troço de lajedo do Cardo Sumo, uma das principais ruas da avoengo cidade romana.

Assente também na Muro Velha, está a Moradia de Burgos, onde podemos encontrar uma domus romana encravada no seu subsolo e que se liga à Rua da Alcárcova de Cima. Hoje em dia, oriente prédio tem alojada a Direção Regional de Cultura do Alentejo. É perfeitamente verosímil entrar, descer aos vestígios romanos de Évora que aí se encontram mas também subir ao terraço para uma vista fantástica dos telhados da cidade.

Termas Romanas

Descobertas durante as obras no Paço do Concelho (Câmara Municipal de Évora), em 1987, as termas romanas terão sido edificadas entre os séculos II e III. Com uma dimensão de muro de 300m2, as termas romanas de Évora apresentam três espaços muito definidos:

Laconicum: sala circunvalar destinada a banhos quentes e de vapor;

Praefurnium: espaço que pode visitar, onde ficava a fornalha que servia de aquecimento médio das salas adjacentes, incluindo o Laconicum;

Natatio: espaço interdito a visitantes, esta era a piscina retangular ao ar livre, onde eram lançadas as águas das termas, trazidas por um aqueduto próprio para o efeito, possivelmente o predecessor do famoso Aqueduto da Chuva de Prata.

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Termas Romanas, Câmara Municipal de Évora

Rossio do Giraldo

Antes da sua devastação em 1570, existia no topo setentrião da Rossio do Giraldo, em frente à atual Igreja de Santo Antão, um roda romano com três arcos triunfais, nichos e estátuas. Crê-se que o friso com bucrâneos e pateras, que pode visitar no Museu de Évora e que adornou as paredes do idoso prédio da Câmara Municipal durante séculos, poderia fazer secção deste monumental roda romano. As duas estátuas da Manancial dos Leões estão, de igual modo, associados a oriente vestígio romano de Évora.

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Villa Romana de Tourega

O conjunto arqueológico da Tourega, entre Évora e Alcáçovas é formado pelas termas da Villa romana, ocupada desde meados do século I até ao século IV. Com muro de 500m2, oriente multíplice termal teria salas e tanques de banhos quentes e frios, as respetivas fornalhas e sistemas de aquecimento, assim porquê um enorme reservatório de chuva. A existência de duas zonas aquecidas distintas, utilizadas em simultâneo, indica que se tratavam de termas duplas, com áreas separadas para homens e mulheres.

A influência romana moldou, em grande secção, o caráter de quem hoje somos porquê povo e Évora é testamento vivo dessa inolvidável era. Mas Évora não é somente monumentos. Évora é história, é venustidade, é cultura e arte que respiram a cada passo seu nas suas calçadas. A cidade das muralhas ancestrais espera por si de braços abertos. Venha conhecê-la!

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