Vinho Medieval de Ourém: Património nacional com 800 anos de história

Estamos na Região das Encostas d’Aire, a Denominação de Origem localizada na componente setentrião do gráfico da Região dos Vinhos de Lisboa, um de o litoral e também as serras de Aire e também de Sicó, com o área de Leiria a predominar para dentro preparado com Ourém, na verdade no área de Santarém, da qual fazem componente duas sub-região: Alcobaça e também Ourém. Foi Através dos listado aqui que, no século XII, se estabeleceu a Ordem de Cister, para dentro específico no Mosteiro de Alcobaça, para dentro Alcobaça, e também na outrora Abadia de Tomaréis, para dentro Ourém. Desbravaram-se terras e também construíram-se as granjas na direção de pomares e também olivais, e também o plantio da vinha na direção de a desenvolvimento de um uma taça de vinho de cor branca, ao qual é misturada uva tinta.

Dos ofícios implementados pelos monges agrónomos ganha enfatizar a desenvolvimento vinícola ou mesmo certamente não tivesse o uma taça de vinho o direito enfatizar nas liturgias eclesiásticas. Da história nasce, conseqüentemente, o tradição dos céus com a significado de “palhete”. Um uma taça de vinho de começando medieval, com 800 anos de história e também feito com inferior para dentro requisitos ancestrais e também rigorosos no que ao método de vinificação diz apreciação e também, Através dos essa explicação, passou a designar-se de Vinho Medieval de Ourém.

Na desenvolvimento deste uma taça de vinho peculiar, a primeira vindima cinge-se às uvas brancas que, de lidar com a regulamento, é a genealogia Fernão Pires. As uvas são esmagadas numa prensa disposta no partes internas do lagar de {pedra} contíguo à janela inicial da frasqueira, disposição regular às adegas das antigas quintas da área. De seguida, o mosto obtido é depositado, no data de vencimento max de 24 horas, para dentro barricas ou mesmo vasilhames de madeira dura, de configuração a utilizar 80% da habilidade montante total, na direção de oferecer localização à levedação espontânea efectuada sem o contacto com a película.

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Quanto à segunda componente do método, a interesse centra-se na Trincadeira, a genealogia tinta com que da mesma forma é feito o Vinho Medieval de Ourém. Os cachos são desengaçados (distinto os bagos dos cachos) e também submetidos à levedação com curtimenta (quando as películas, as grainhas e também os engaços estão para dentro contacto em toda a levedação) no lagar Através dos um duração de clima calculado um de quatro a dez dias, em toda o qual o mosto é recalcado {duas vezes} Através dos Tempo. Findo o método de vinificação, o mosto de uvas tintas é incluído ao mosto de cor branca {até} estofamento os restantes 20 % para dentro ausência.

Atualmente o duração de Estágio quer-se pequeno, porque se preferir miúdo, e também há naquela Contudo preserve a prática associada à Projeto exatamente como é plantada a vinha. A Quinta do Montalto, para dentro Olival, freguesia de Ourém – que, a definir com a povoação da Urqueira, terão sido o causa da supracitada endosso à Abadia de Tomaréis – é disso instância. Dos 15,5 hectares de vinha, 0,74 hectares estão destinados na direção de a desenvolvimento do uma taça de vinho “palhete” e também a plantação das videiras respeita os métodos criados pelos monges da Ordem de Cister, com a vinha a formar um “V”.

A manchete de interesse, agora, há esgrima de oito produtores de Vinho Medieval de Ourém detentores de pequenas parcelas de vinha – para dentro padrão, com dois hectares – certificada na direção de o resultado, de lidar com os informações da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa.

Em suma, o outrora compreendido exatamente como uma taça de vinho “palhete” que, no século XX, esteve para dentro vias de vá embora do mundo vinícola, resiste aos sinais do clima com a certificação datada de 11 de Fevereiro de 2005. Um excepcional mote na direção de rumar à Região das Encostas d’Aire, sair à exploração, visitar as adegas onde é produzido, reconhecer extra ao redor a sua história e também, claro como cristal, verificar nascente uma taça de vinho que se preferir novo em folha e também a integrar com pratos leves.

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(textos adaptados a sair do manual enoturístico “Vinhos de Lisboa” by Boa Cama Boa Mesa, produzido para dentro colaboração com a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa).

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Fonte: https://portowords.com

Categoria: viajar

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